Quem somos

Quem somos

A Chapa MAIS SISEJUFE traz a diversidade em sua composição e, com isso, pretende representar a categoria, pois representa parte dessa experiência, além de retratar e explicar a sociedade na qual vivemos.

O respeito pela diversidade é essencial para fortalecer a construção da pessoa integral e é essa a visão que devemos ter, enquanto militantes do movimento sindical, do servidor e servidora, seja gênero, raça, ativos, aposentados, interior, capital, ramos da justiça, desejamos que cada um se sinta pertencente a esse sindicato.

A Chapa MAIS SISEJUFE quer estabelecer novos critérios para trazer os trabalhadores e trabalhadoras a refletirem sobre pertencer a um coletivo onde cada uma e cada um se reconheça, se sinta realmente representado e possa conhecer claramente qual é o seu papel na sociedade, aproximando todas as experiencias, da vida ao trabalho. 

A conjuntura para os trabalhadores é das mais difíceis na História recente. O atual governo dá continuidade à reforma trabalhista e ameaça a Justiça do Trabalho, com sua extinção ou esvaziamento. Com a destruição da previdência, promove a retirada de direitos e os servidores públicos são colocados mais uma vez como vilões, elevando a idade mínima e um mínimo de contribuição de 40 anos, além de promover um confisco salarial de até 22% em descontos previdenciários e reduzir brutalmente a pensão por morte, entre outras maldades. Para piorar, ainda apresenta a perspectiva de acabar com a estabilidade e promover o fim dos serviços públicos com a Reforma administrativa, num cenário sem previsão de reajuste para os próximos 20 anos. 

O que propomos 

Neste contexto, defendemos a construção de um projeto sindical alternativo, que assuma, como eixo estratégico, a democratização (interna e externa) do Poder Judiciário, bem como nos mantermos como uma entidade radicalmente democrática e que coloque a defesa dos direitos e garantias da categoria, da classe trabalhadora e do povo brasileiro a frente desse processo.

Defendemos a necessidade de sustentar a lógica de debate: primeiro, aquilo que nos une; depois, aquilo que nos divide. Ou seja, resgatar a Unidade na categoria

Precisamos acumular, debater, refletir e lutar sobre temas chaves para a a categoria do judiciário federal, como a preservação dos serviços públicos, a democratização do próprio judiciário, a construção de uma política de carreira, saúde dos trabalhadores(as), assédio moral/sexual, sem descuidar da campanha salarial e da luta contra a reforma administrativa e a derrubada da EC 95, entre outros temas. 

Trata-se, decerto, de um projeto de longo alcance, ainda em elaboração e que pretendemos debater no próximo período; porém, dadas as circunstâncias, mais do que urgente e necessário! E, sim, aberto à participação democrática de todas e todo!

Haverá outras lutas, mas estas que estamos propondo nortearão os próximos três anosconsiderando fatores conjunturais. São elas: 1) lutar, de todas as formas, contra a reforma administrativa de Bolsonaro e suas consequências para impedi-la; 2) lutar contra a relativização ou extinção da estabilidade; 3) pela democratização do Judiciário (externa e internamente), conectando as lutas da sociedade civil por um Judiciário menos autocrático e MAIS democrático; 4) por uma luta salarial, em conjunto com o funcionalismo público (data-base), e a recomposição inflacionária com a revogação ou relativização da EC 95. 

Defendemos, assim, que a tarefa da atual gestão por um SISEJUFE MAIS democráticoMAIS plural, que coloque o interesse e a defesa do servidor acima das análises de conjuntura, mas sem desprezar a análise de conjuntura como algo menor, tenha MAIS Unidade para lutar e resistir MAIS a todos os ataques que virão, mas não só com chamados, vazios, em torno da unidade; e sim, com pedagogia do exemplo, construindo denominadores comuns em torno de um norte programático que permaneçam como ideal de direção sindical.

USISEJUFE que resista ao neoliberalismo e ao autoritarismo presentes no atual governo. Isso não só porque nos afeta diretamente enquanto trabalhadores do Judiciário, mas também porque queremos um Brasil melhor para nós e para as futuras gerações.

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